sexta-feira, 2 de maio de 2014

CAPÍTULO 16




FAZER SEXO,
NÃO É EXERCER AMOR,
 NEM CONSTRUIR CIVILIZAÇÃO.



O Impulso Indomável Para Alguns, De Fazer Sexo, Também Passa Pelo Centro De Convergência Cerebral.


Evilasio De Sousa



A Tentativa
De Banalização Do Sexo
E Do Amor,



Tem Estado Transformando
O Sentido De Evolução,
Do Ser Humano.



Num Verdadeiro Terror.



O Som,
É Uma Onda De Pressão.



A Temperatura,
Uma Onda De Calor,


O Atrito,
Uma Onda De Fulgor,


O Sexo,
Uma Onda De Aglutinação,


O Amor,
Uma Onda,

 
- De Crescimento,
- De Desenvolvimento Social,
O Esplendor.



O Exercer Amor Em Si,
É Ser Um Executor,

- Da Melodia Civilizacional,
- De Toda Humanidade,
- De Todo Processo Racional,




Na Simplicidade
Da Integridade.


Onde Existe Amor,
Não Deveria Existir Maldade.



Todas As Vezes Que,
Este Sintoma Surgir,



A Esperteza,
Ou Espertência,


Estão Querendo Introduzir,



 Poder De Propriedade,


 Que Cerceia
A Expressão De Amor,

Em Sua Singela Realidade.


Evilasio De Sousa
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